Grupo Apetit (Della Foods)
Ter BI desde 2008 ≠ ter cultura pronta para ele
Depoimento
"Não adianta eu fornecer um carro superpotente para quem ainda não tem carteira de motorista. Pra que colocar um BI sendo que eu nem tenho ainda uma estrutura e uma cultura focada nisso? Tecnologia é o fim do processo, ela não é o início. Você tem que começar na cultura."
"Isso começou a construir cultura de que as pessoas antes começavam a analisar o erro em vez de apenas apontar ele. 98% das vezes não era erro no relatório, mas erro estava na origem, no processo, porque o processo foi alimentado incorretamente. Então tem que corrigir relatório ou tem que corrigir processo? E daí começava correção do processo."
"Nada vai pro BI antes dele ter MVP em Excel. MVP rodando por algum tempo, memória de cálculo estruturada e consolidada, e entendendo que esse é indicador relevante de maneira perene, daí sim nós começamos construção no BI. O processo de construção de dados não começa no BI — termina no BI."
Gabriel Bonfim e Pamela
Gerente Controladoria/TI/Projetos e CEO
Grupo Apetit (Della Foods)
O Desafio: BI Como Muleta (Não Como Ferramenta)
Gabriel, a gente precisa mudar o nosso BI. A gente precisa mudar como as pessoas enxergam o BI. E a gente precisa mudar como as pessoas trabalham com ...
BI virou álibi para não assumir responsabilidade
Dado sem confiabilidade, gestão sem base sólida
BI como ferramenta de diretoria (não de gestão)
Gestores sem autonomia, decisões centralizadas
Excesso de dados sem direcionamento
Sobrecarga informacional, dados não utilizados
'BI tá errado' sem análise causa raiz
Zero investigação profunda, ferramenta criticada sempre
Relatórios construídos sem validação
Obsoletos em 2º mês, desperdício tempo
Troca de ERP em paralelo
Duplo desafio, mas oportunidade construir confiança desde início
"Toda vez que alguém via algum número ruim ou alguma coisa no BI, ia questionar a área. O retorno que a gente tinha: 'Não, mas no BI tá errado. Nesse relatório meu que eu tenho no meu computador tá certo.' BI virou álibi para não assumir responsabilidade. Não havia análise de causa raiz. Simplesmente: BI tá errado, então tá tudo bem, segue pra próxima discussão."
Gabriel Bonfim
Gerente Controladoria, TI, Projetos e Inovação, Grupo Apetit, Grupo Apetit (Della Foods)
A Solução BIMachine
Tecnologia e metodologia para transformar dados em resultados
Fase 1: Construir Confiança no Dado (Fundação)
Quando usuário vinha: 'Tá errado'. Gabriel e equipe: 'Tá errado por quê? Vamos sentar e entender?' Processo investigativo obrigatório: Me mostra porque tá errado → Onde tá a base desse dado? → Vamos investigar juntos? → 98% das vezes: Erro não estava no relatório — estava na origem, no processo (alimentação incorreta). Resultado: Corrigir processo (não relatório). Após 3-4x, própria área já começava a investigar sem nem questionar. Transformação: Pessoas passaram de apontar erro para analisar erro.
Veja maisFase 2: MVP em Excel (Antes de BI)
Regra de ouro: Nada vai pro BI antes dele ter um MVP em Excel. Excel = ferramenta mais padrão e universal de acesso a dados/relatórios. Área demandante pode experimentar, sentir, testar aquele dado. Identificar não conformidades memória de cálculo. Corrigir, trabalhar, iterar em Excel. Evita relatórios construídos semanas que ficam obsoletos 2º mês. Critérios para ir pro BI: MVP rodado tempo suficiente em Excel, memória de cálculo estruturada e consolidada, indicador comprovadamente relevante (uso perene, não pontual), só então: construção no BI.
Veja maisFase 3: Implementação BI (Pós-Validação)
Depois de MVP validado: Construção no BI (dashboards estruturados), revalidação (memórias de cálculo revalidadas no BI), treinamento usuários (como informação está disposta, como usar no dia a dia para gestão), liberação (acesso para usuários finais). O processo de construção de dados não começa no BI — termina no BI. Mas tem que começar muito antes, dentro de uma cultura.
Veja maisFase 4: Democratização com Governança
210 usuários ativos (número significativo!). Públicos atendidos: Diretoria (visão estratégica completa), gestores de departamento (informações do seu departamento), gestores de unidade/nutricionistas restaurantes (informações do seu restaurante), analistas de processos (dados operacionais necessários). Governança: Mapeamento perfis profissionais, definição níveis de acesso por perfil, granularidade (cada gestor acessa só o que é pertinente), permissões/filtros dentro do dado, auditorias/políticas de segurança informação, comitês de gestão. Quem precisa ter acesso à informação tem acesso, mas somente do que ela pode acessar.
Veja maisFase 5: Sustentação Cultural (Perenidade)
Treinamentos e orientações contínuas (não falar do tema 1x/ano, dashboard novo = treinamento obrigatório, reciclagens dashboards já implementados, universidade corporativa). Indicadores como pauta fixa em reuniões (reuniões baseadas em indicadores, não percepções, indicadores dentro do BI, força pessoa olhar desde BI). Discussões baseadas em dados (não conformidade? como está se apresentando no BI?). Reforço constante da relevância (alguém pergunta número? Gabriel printa BI e manda, demonstrar para pessoa que ela tem caminho para acessar). Demonstrar relevância do BI na gestão (não apenas trazer número, mas o que faremos com esse número? número nem sempre é bonito, mas como trabalhamos número negativo? postura proativa, não punitiva).
Veja maisA Metodologia
Cultura antes de tecnologia. MVP Excel obrigatório antes de BI. Co-investigação (não confrontação). Processo investigativo antes de criticar. Democratização com governança (210 usuários com granularidade). Treinamentos contínuos (não eventos únicos). Indicadores como pauta fixa reuniões. Postura proativa (não punitiva) com números negativos.
Diagnóstico Cultural
Início
Entender cenário: por que 'BI tá errado' era frase repetida? Por que pessoas não confiam nos dados? Como transformar números em ação? Cultura vem antes de tecnologia.
Construção Confiança no Dado
Primeiros meses
Processo investigativo obrigatório. Co-investigação (não confrontação). 98% das vezes: erro estava na origem/processo (não relatório). Corrigir processo. Após 3-4x, própria área investiga sozinha. Apontar erro → Analisar erro.
MVP Excel → Validação → BI
Consolidação
Regra de ouro: nada vai pro BI antes de MVP em Excel. Validação tempo suficiente. Memória de cálculo estruturada. Indicador comprovadamente relevante. Só então construção no BI. Processo não começa no BI — termina no BI.
Democratização 210 Usuários + Sustentação
Atual
210 usuários ativos (diretoria → nutricionistas). Governança com granularidade. Treinamentos contínuos. Indicadores como pauta fixa reuniões. Dados que falam (interpretação + contextualização + ação). Case documentado ~1 ano após início transformação.
A Transformação em Números
210
Usuários ativos
Diretoria → nutricionistas
98%
Erros de processo
Não de BI (origem, não relatório)
50%+
Engajamento inovação
Administrativo (vs 10% antes)
MVP → BI
Regra de ouro
Excel primeiro, BI depois
Antes
'BI tá errado'
Sem investigar causa raiz
Muleta/álibi
Para não assumir responsabilidade
Diretoria apenas
Ferramenta exclusiva de diretoria
Excesso dados
Sem direcionamento, sobrecarga
Zero confiabilidade
Criticado sempre, sem análise
Relatórios obsoletos
2º mês, sem validação prévia
Percepções
Reuniões baseadas em sensações
Punição
Número negativo = esporro
Depois
Análise causa raiz
Obrigatória antes de criticar
Ferramenta real
Gestão baseada em dados
210 usuários ativos
Diretoria → nutricionistas
Dados relevantes
Que norteiam gestão efetiva
Credibilidade
Investigado, validado, confiável
MVP → BI
Só se relevante após validação
Indicadores
Reuniões baseadas em BI
Análise proativa
Conjunta, não punitiva
Impactos da Transformação
Pessoas passaram de apontar erro para analisar erro (co-investigação)
BI virou ferramenta real de gestão (não mais muleta/álibi)
210 usuários ativos usando BI diariamente (democratização com governança)
50%+ quadro administrativo engajado em projetos inovação (vs 10% antes)
Reuniões baseadas em indicadores (não percepções), dados como pauta fixa
Lições desta Transformação
Tecnologia é fim (não início) — Cultura vem primeiro
Não adianta carro superpotente sem carteira de motorista. BI é ferramenta poderosa mas inútil sem cultura pronta para ela. Sempre começar pela cultura.
'BI tá errado' sem investigação = Sintoma de cultura ruim
Quando dado é criticado sem análise causa raiz, BI virou muleta/álibi (não ferramenta). Construir obrigatoriedade de investigação antes de criticar.
MVP em Excel antes de BI = Regra de ouro
Evita relatórios obsoletos em 2º mês. Só vai pro BI o que provou ser relevante. Excel = validação, BI = consolidação. Processo não começa no BI — termina no BI.
98% dos 'erros de BI' são erros de processo
Quase sempre problema não está no relatório — está na origem (alimentação incorreta). Corrigir processo (não relatório).
Construir confiança no dado = Sentar e investigar juntos
Co-investigação (não confrontação). Mostrar rastreabilidade. Após 3-4x, própria área investiga sozinha antes questionar. Transformação: apontar erro → analisar erro.
Democratização com governança (não sem)
210 usuários possível porque granularidade de acesso bem definida. Cada gestor acessa só o que é pertinente. Transparência ≠ acesso irrestrito.
Nutricionistas são gestores (não apenas técnicos saúde)
Upgrade cultural crítico. Food service emprega muitos nutricionistas — prepará-los para gestão (não apenas nutrição) é diferencial competitivo.
Sustentação cultural = Ações contínuas (não eventos únicos)
Treinamentos/reciclagens contínuas. Indicadores como pauta fixa reuniões. Discussões baseadas em dados (não percepções). BI sempre em pauta.
Número negativo = Análise proativa (não punição)
Esporro não resolve. Postura: o que faremos em conjunto para resolver não conformidade? Proativo (não punitivo).
Quando usuário entende, ele compra a ferramenta
Receber questionamentos/dúvidas = ótimo sinal (significa uso real). Ajudar investigar = demonstrar valor. Entendimento = compra do processo.
Dados bons = Dados que falam
Quando números têm maturidade, contexto, clareza → Mostram aonde ir. Interpretação + contextualização = ação estratégica.
Transparência = Confiança
Não tem confiança sem transparência. Mostrar o bom E o ruim. Maturidade para evoluir pontos sensíveis + reconhecer pontos positivos.
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